O acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem é uma das responsabilidades do professor no seu trabalho em salas de aula. A finalidade das provas não é aprovar e reprovar,trata-se de um processo de acompanhamento sistemático do desempenho escolar dos alunos em relação aos objetivos, para sentir o seu progresso, detectar as dificuldades, retomar a matéria quando os resultados não são satisfatórios ( Libâneo,1994). A aplicação de provas pode ter vários objetivos: verificar os requisitos, consolidar a aprendizagem, acompanhar a aprendizagem, planejar a recuperação, avaliar o desempenho, o conhecimento que os alunos alcançaram ao final de uma etapa (uma semana, um tópico, um trimestre, etc). Os alunos devem saber quais são os objetivos da unidade que está sendo desenvolvida, o que se espera em termos de aprendizagem e os critérios que serão usados na sua avaliação.
TIPOS DE PROVAS:
Provas Dissertativas:
Os alunos organizam e escrevem as respostas usando suas próprias palavras. São úteis para verificar: o raciocínio; a organização das idéias; a clareza de expressão; a originalidade; a capacidade de relacionar fatos e idéias; a capacidade de aplicar conhecimentos; a capacidade de analisar criticamente uma idéia e de emitir juízos de valor; a habilidade de expressar opiniões por escrito; a capacidade de interpretar, etc. São úteis, também, para conhecer as opiniões dos alunos e avaliar suas atitudes, conforme o tema abordado (por exemplo: como é minha família, por que gosto de Matemática...).
As questões dissertativas podem ser classificadas em três grandes grupos de acordo com sua complexidade:
a) perguntas de respostas curtas, cujas respostas exigem apenas a lembrança de fatos, datas, locais etc. São usadas expressões como: o que, quem, com, quando, qual, onde.
b) questões que exigem respostas mais elaboradas, mesmo que relativamente curtas. Instruções usuais são: relacione, enumere, defina, organize, selecione, exemplifique.
c) itens que se referem a dissertações propriamente dita, com respostas mais complexas e de extensão variável, a partir de instruções como: descreva, explique, compare, analise, resuma, interprete.
Vantagens:
o Possibilidade de acerto causal é reduzida;
o Organização é relativamente fácil e rápida;
o Requer dos alunos um tipo importante de estudo e preparo.
Desvantagens:
·A correção não é objetiva (pouco fidedigna, dá margem a discrepâncias na atribuição de notas e menções);
·Requer bastante tempo para correção.
Ao elaborar provas dissertativas procure seguir os passos básicos:
a) Faça uma lista de conhecimentos e habilidades (de diferentes natureza) que deseja verificar, de acordo com os objetivos que pretendia alcançar com o ensino e entre eles selecione o que irá pedir na prova.
b) Ao definir o número de questões e sua complexidade leve em conta o tempo disponível para a resolução e a preparação da maioria dos alunos da classe.
c) Redija o item com clareza e exatidão especificando o que espera como resposta.
d) Defina previamente os critérios de correção para cada questão. Prepare um guia de correção com as respostas que considerará corretas em cada questão, a partir do padrão de desempenho que considera desejável.
e) Atribua a cada questão um valor, se pretender valorizar uma questão mais do que outra.
f) Corrija pergunta por pergunta e não prova por prova, a fim de comparar as respostas entre si, tendo em vista o padrão que definiu. Anote os erros dos alunos para planejar, posteriormente, atividades de recuperação.
g) Procure ser o mais objetivo possível na correção, dentro dos critérios estabelecidos. Se for possível, tente manter o anonimato dos alunos.
Provas Objetivas:
São úteis para avaliar uma grande extensão de conhecimentos e habilidades. Geralmente pede-se ao aluno que complete frases, assinale a resposta correta, ou dê respondas curtas às questões colocadas. Exigem, portanto, respostas mais precisas.
Alguns cuidados na elaboração:
a) Faça uma lista de conhecimentos e habilidades (de diferentes natureza) que deseja verificar e selecione o que irá pedir na prova.
b) Ao definir o número de questões e sua complexidade leve em conta o tempo disponível para a resolução e a preparação da maioria dos alunos da classe.
c) Defina o tempo da prova considerando que os alunos devem realmente resolver as questões e não dar respostas aleatórias. Além disso, considere: o nível de maturidade dos alunos, a complexidade dos objetivos e conteúdos, o número de itens, a extensão e o tipo de questão, o vocabulário utilizado, a estrutura das frases.
d) Escolha o tipo de questão mais adequada aos objetivos da prova. Leve em consideração: o tipo de habilidade que quer verificar, o nível de maturidade dos alunos, o grau de objetividade da correção.
e) Elabore instruções específicas para as questões que incluir na prova.
f) Faça uma chave de correção previamente e atribua o valor a ser dado a cada questão.
g) Se for usar critérios de correção diferentes dos usuais, indique-os claramente na prova.
h) Apresente sempre as Avaliações na forma impressa.
i) Se quiser, apresente um gabarito para ser preenchido e entregue.
j) Facilite a visualização e a leitura: não use letra muito pequena e separe uma questão da outra com um espaço. Só inclua ilustrações se elas forem imprescindíveis. Nesse caso, tenha a certeza de que estão nítidas e podem ser facilmente reconhecidas e analisadas.
l) As questões devem ser distribuídas quanto ao nível de dificuldade e agrupadas segundo o assunto e tipo de teste. Agrupe as questões de mesmo tipo.(lacunas, múltipla escolha, verdadeiro-falso etc) e associe a esse critério a ordem de dificuldade e a similaridade entre os conteúdos. Isso facilita a correção e a análise posterior do professor, além de favorecer o desempenho dos alunos.
m) Inclua na prova questões de diferentes níveis de dificuldade.
n) Procure elaborar enunciados pessoais, sem transcrever os exercícios dos livros que usa como apoio. A reprodução textual estimula a “decoreba”.
o) Organize as questões em ordem de dificuldade crescente. Se o aluno tem um sucesso inicial é possível que se sinta estimulado a dar continuidade à tarefa de fazer a prova. Além disso, evita que perca tempo em um item difícil e não consiga responder os mais fáceis.
p) Não faça questões encadeadas, onde a reposta de uma é necessária para a resposta de outra; nem questões que sugiram a respostas de questões posteriores.
q) Os enunciados das questões devem ser claros e simples e abordar idéias relevantes. Todas as informações necessárias para a resolução devem ser dadas no corpo do item. O nível de dificuldade da questão deve estar no conteúdo e não na sua formulação.
r) Depois de elaborada a Avaliação, releia e analise cada item. Resolva-os como se fosse o próprio aluno. Isso ajuda a reestruturar a questão e a estabelecer o tempo de resolução de forma mais precisa. Considere sempre que essa é uma simulação, mas que você é o professor.
s) Depois de aplicado, corrija com atenção e faça a tabulação dos resultados. Se muitos alunos errarem uma determinada questão pode ser que ela tenha sido mal formulada. Peça as opiniões dos alunos a respeito da compreensão que tiveram sobre o enunciado.
t) Guarde as boas questões para serem aproveitadas em outros momentos, organizando um arquivo de questões. Nesse caso, guarde a questão junto com o objetivo a que se propôs verificar.
Orientações específicas para a elaboração de diferentes tipos de questões objetivas:
Questões de recordação simples ou itens de resposta curta:
São úteis quando se pretende que o aluno defina, nomeie, descreva. Apresentam-se geralmente sob a forma de uma pergunta direta ou de declarações incompletas que exigem respostas breves e bem definidas. O aluno deve escrever apenas uma palavra, uma frase curta, um símbolo ou um número. Esse tipo de questão deve admitir apenas uma resposta correta mas devem ser aceitas diferentes maneiras de os alunos expressarem seus conhecimentos.
Questões de lacuna ou completar:
Consistem em uma ou mais frases com algumas partes omitidas, que devem ser preenchidas por uma palavra, símbolo, expressão ou número. Na correção pode-se atribuir um valor por questão ou um valor por lacuna, dependendo do objetivo do professor. Usar, entretanto, um só critério para todas as questões de lacuna.
Alguns cuidados:
a)formule a questão de modo que cada lacuna só admita uma resposta correta;
b)use afirmações curtas e bem definidas;
c)omita apenas as palavras-chave para que não haja mais de uma interpretação, mas de modo que a palavra omitida não dificulte a compreensão da questão;
d)tratando-se de questões de medida especifique a unidade e a precisão da resposta (m², litros, duas casas decimais, etc.);
Questões de verdadeiro/falso, certo/errado:
Devem ser usadas com proposições indiscutivelmente verdadeiras ou falsas. Sua construção requer cuidado para que as questões não se tornem ambíguas.
Ao elaborar esse tipo de questão observe:
a) liste várias afirmações verdadeiras e reescreva algumas para torná-las falsas;
b) redija frases curtas, claras, em ordem direta; inclua no enunciado apenas assuntos relevantes; evite declarações parcialmente corretas;
c) evite frases longas; é preferível desdobrar a questão e apresentar uma idéia em cada item;
d) inclua apenas um assunto em cada item;
c) cada alternativa deve conter apenas uma afirmação;
d) mesmo a afirmação errada deve ser enunciada de forma afirmativa;
e) use linguagem simples para evitar equívocos no julgamento;
f) evite frases negativas, principalmente negativas duplas;
g) evite o uso de palavras taxativas como: sempre, nunca, todo, nenhum, geralmente, muitas vezes, etc.
h) equilibre o número de respostas falsas com as verdadeiras;
Questões de múltipla escolha:
Nesse tipo de questão pede-se ao aluno para selecionar uma das respostas propostas como a mais adequada à pergunta formulada. Elas podem ser organizadas em forma de perguntas ou de proposições incompletas. Uma maneira prática de elaborar é imaginar inicialmente uma pergunta e sua resposta correta e depois transformá-la em uma questão. Essas questões devem oferecer várias alternativas com respostas mais longas e mais completas, das quais apenas uma é a correta ou a que melhor reponde ao item. O número ideal de alternativas é de quatro ou cinco. O aluno deve ser informado sobre a existência de uma única alternativa correta ou sobre a possibilidade de assinalar várias delas.
Cuidados na elaboração:
a)usar linguagem clara, correta e acessível;
b)as alternativas não devem conter absurdos; todas devem ser objeto de análise por parte dos alunos;
c)evite o uso de “ciladas” ou questões interligadas que favoreçam a propagação do erro;
d)modifique aleatoriamente a posição da resposta correta;
e)as alternativas devem ser simples, curtas e de fácil leitura;
f)construa todos os itens do teste com o mesmo número de alternativas.
Referência:
TANCREDI, REGINA M. S. P. O Acompanhamento do Processo Ensino-Aprendizagem Através das Provas Escritas. CAPES/SEE/DE. 2002.
Neste blog estão inseridos meus trabalhos como Pedagoga, ao longo dos 25 anos de profissão, além de assuntos diversificados como curiosidades, saúde, beleza, estilo de vida, fotografia e dicas de viagem e tecnologia, entre outros! Se você gostou compartilhe!
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quarta-feira, 24 de março de 2010
domingo, 15 de novembro de 2009
AVALIAÇÃO SEM NEUTRALIDADE
Nos diversos estudos sobre Avaliação, não há uma conclusão encerrada ou modelo definitivo que tenha sido implantada como a “receita” ideal. Afinal o ser humano varia a maneira de ser, conforme sua realidade e contexto social.
Cada ambiente pede um tipo de avaliação. Por esta razão não há uma forma única, há sim educandos que passam por nossas mãos para aprenderem a ser cidadãos construtivos de sua história. E está nas mãos dos educadores a responsabilidade em permitir que estes sujeitos avancem com sucesso. Por isso é tão importante que a avaliação esteja em constante discussão, sem com isto, fazermos “experiências” avaliativas ou cópias de outros países. É preciso ter um olhar crítico, objetivo e metas definidas aos que passam pelas mãos de quem pode contribuir nesta construção do saber.
Avaliação é um processo abrangente que implica numa reflexão crítica sobre a prática e suas dificuldades, possibilitando a tomada de decisão para vencer os obstáculos. Seja por nota, menção ou parecer, sempre existirá para que se possa acompanhar o processo de aprendizagem, superando as dificuldades.
A “prova” ainda é uma das formas mais usadas de chegar a nota, mas para alcançar o resultado não é necessário realizar este tipo de avaliação.
A maneira como, muitas vezes, se trabalha a avaliação escolar, percebe-se a forma baseada no prêmio-castigo. Tanto um como o outro, causam sentimentos de dependência, revolta ou satisfação. O sujeito agirá sempre por recompensa ou ameaça, gerando assim educandos e professores preocupados com a “nota” e não com a aprendizagem propriamente dita.
Há muitas respostas para a pergunta “Por que Avaliar?” Entre elas está no registrar, investigar, aprovar e reprovar, preparar para a vida, verificar que assimilou, rotular, cumprir a lei, selecionar.
O professor em sua maneira de avaliar reflete sua concepção perante a aprendizagem. Se tiver objetivo fiscalizador e controlador, caracterizar-se-á por um profissional transmissor de conteúdos. Mas se o objetivo maior é acompanhar, valorizar e estimular o educando, sua postura será de construir a autonomia e superação das dificuldades. Esta concepção interativa transforma a aprendizagem numa troca de experiências e resgata positivamente o trabalho educativo.
A partir do momento que mudarmos a concepção de avaliação, da forma de “reprodução” para a de “transformação”, os seres humanos serão mais criativos, críticos e construtivos de sua própria história.
Considerar a “nota” como uma simbologia já é um indício que esta relevância não tem a importância do número em si, ou seja, 7,0 ou 7,5. A dúvida gerada neste detalhe mostra, ainda, uma grande preocupação com a “nota justa”. Para não deixar que o essencial da aprendizagem seja inferior ao burocrático é preciso desmistificar o número, transformando-o em mero detalhe irrelevante no crescimento e sucesso do educando.
Transformar um novo conceito de avaliação não significa “liberar geral”. Precisamos exigir um ensino de qualidade através da construção do pensamento, curiosidade e pesquisa, contrários à “decoreba”, trabalho alienado que gera a distância entre educando e educador.
A questão na nota vem historicamente acompanhando a educação. Por esta razão é muito difícil mudar este método avaliativo. O educando estuda porque tem que vencer os obstáculos causados pela “nota” que por sua vez poderá ou não servir de “passaporte para a série seguinte” (VASCONCELLOS,1998).
A preocupação da tradicional avaliação deixa pais e educadores ansiosos com relação aos educandos que muitas vezes perderam o interesse pela aprendizagem. À medida que o educador se “liberta” deste condicionamento lógico, acaba refletindo esta tranqüilidade diretamente aos estudantes.
Simplesmente absorver os conteúdos transmitidos coloca o educando na condição de ”cópia de objeto”, caracterizando-se uma educação subdesenvolvida. Um país que não constrói sua própria história vive à sombra dos demais, “trabalham com sucata e são sucatas” (DEMO,1995).
Quando o professor se preocupar com o aproveitamento de cada componente curricular, buscando alternativas de retomar os assuntos de outra forma, diferente daquele que “não deu certo”, o educando empenhar-se mais, revendo seu métodos de estudo e a escola oportunizar as condições para este processo, os resultados serão bem sucedidos.
Referência:
LUCKESI, C. Avaliação da aprendizagem Escolar.11ª ed.São Paulo:Cortez,2001.
VASCONCELLOS, C. S. Avaliação – Concepção Dialética, Libertadora do Processo De Avaliação Escolar. 11ª ed.São Paulo: Libertad,2000.
Cada ambiente pede um tipo de avaliação. Por esta razão não há uma forma única, há sim educandos que passam por nossas mãos para aprenderem a ser cidadãos construtivos de sua história. E está nas mãos dos educadores a responsabilidade em permitir que estes sujeitos avancem com sucesso. Por isso é tão importante que a avaliação esteja em constante discussão, sem com isto, fazermos “experiências” avaliativas ou cópias de outros países. É preciso ter um olhar crítico, objetivo e metas definidas aos que passam pelas mãos de quem pode contribuir nesta construção do saber.
Avaliação é um processo abrangente que implica numa reflexão crítica sobre a prática e suas dificuldades, possibilitando a tomada de decisão para vencer os obstáculos. Seja por nota, menção ou parecer, sempre existirá para que se possa acompanhar o processo de aprendizagem, superando as dificuldades.
A “prova” ainda é uma das formas mais usadas de chegar a nota, mas para alcançar o resultado não é necessário realizar este tipo de avaliação.
A maneira como, muitas vezes, se trabalha a avaliação escolar, percebe-se a forma baseada no prêmio-castigo. Tanto um como o outro, causam sentimentos de dependência, revolta ou satisfação. O sujeito agirá sempre por recompensa ou ameaça, gerando assim educandos e professores preocupados com a “nota” e não com a aprendizagem propriamente dita.
Há muitas respostas para a pergunta “Por que Avaliar?” Entre elas está no registrar, investigar, aprovar e reprovar, preparar para a vida, verificar que assimilou, rotular, cumprir a lei, selecionar.
O professor em sua maneira de avaliar reflete sua concepção perante a aprendizagem. Se tiver objetivo fiscalizador e controlador, caracterizar-se-á por um profissional transmissor de conteúdos. Mas se o objetivo maior é acompanhar, valorizar e estimular o educando, sua postura será de construir a autonomia e superação das dificuldades. Esta concepção interativa transforma a aprendizagem numa troca de experiências e resgata positivamente o trabalho educativo.
A partir do momento que mudarmos a concepção de avaliação, da forma de “reprodução” para a de “transformação”, os seres humanos serão mais criativos, críticos e construtivos de sua própria história.
Considerar a “nota” como uma simbologia já é um indício que esta relevância não tem a importância do número em si, ou seja, 7,0 ou 7,5. A dúvida gerada neste detalhe mostra, ainda, uma grande preocupação com a “nota justa”. Para não deixar que o essencial da aprendizagem seja inferior ao burocrático é preciso desmistificar o número, transformando-o em mero detalhe irrelevante no crescimento e sucesso do educando.
Transformar um novo conceito de avaliação não significa “liberar geral”. Precisamos exigir um ensino de qualidade através da construção do pensamento, curiosidade e pesquisa, contrários à “decoreba”, trabalho alienado que gera a distância entre educando e educador.
A questão na nota vem historicamente acompanhando a educação. Por esta razão é muito difícil mudar este método avaliativo. O educando estuda porque tem que vencer os obstáculos causados pela “nota” que por sua vez poderá ou não servir de “passaporte para a série seguinte” (VASCONCELLOS,1998).
A preocupação da tradicional avaliação deixa pais e educadores ansiosos com relação aos educandos que muitas vezes perderam o interesse pela aprendizagem. À medida que o educador se “liberta” deste condicionamento lógico, acaba refletindo esta tranqüilidade diretamente aos estudantes.
Simplesmente absorver os conteúdos transmitidos coloca o educando na condição de ”cópia de objeto”, caracterizando-se uma educação subdesenvolvida. Um país que não constrói sua própria história vive à sombra dos demais, “trabalham com sucata e são sucatas” (DEMO,1995).
Quando o professor se preocupar com o aproveitamento de cada componente curricular, buscando alternativas de retomar os assuntos de outra forma, diferente daquele que “não deu certo”, o educando empenhar-se mais, revendo seu métodos de estudo e a escola oportunizar as condições para este processo, os resultados serão bem sucedidos.
Referência:
LUCKESI, C. Avaliação da aprendizagem Escolar.11ª ed.São Paulo:Cortez,2001.
VASCONCELLOS, C. S. Avaliação – Concepção Dialética, Libertadora do Processo De Avaliação Escolar. 11ª ed.São Paulo: Libertad,2000.
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